Síndrome do ovário poliquístico (SOP) e a fertilidade

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10 Dez 2025
Ilustração em recorte de papel de um útero e um ovário com múltiplos folículos, que representam a SOP e o seu impacto na fertilidade.

Uma condição comum

A síndrome do ovário poliquístico (SOP) é uma condição frequente que afeta o funcionamento dos ovários e pode dificultar a gravidez. É um dos distúrbios hormonais mais comuns nas mulheres, sobretudo entre a adolescência e os 40 anos, a fase em que é mais provável tentarem engravidar.

Apesar de ser comum, a SOP é muitas vezes mal compreendida ou mal diagnosticada. Pode causar menstruações irregulares, desequilíbrios hormonais e afetar a fertilidade.

Na Procriar, acompanhamos muitas pacientes com SOP. Neste artigo, explicamos o que é, como influencia a fertilidade e a gravidez, quais os tratamentos disponíveis e partilhamos a visão da Dra. Joana Mesquita Guimarães, a nossa Diretora Clínica.

 

O que é a SOP?

A síndrome do ovário poliquístico (SOP) é uma condição comum que afeta o funcionamento dos ovários. Pode provocar alterações no ciclo menstrual, desequilíbrios hormonais e também modificar a aparência dos ovários numa ecografia.

As três principais características da SOP são:

  • Menstruações irregulares – os ovários não libertam óvulos regularmente (processo chamado de ovulação).
  • Níveis elevados de androgénios – conhecidos como “hormonas masculinas”, podem causar sintomas como excesso de pelos no corpo ou no rosto.
  • Ovários poliquísticos – os ovários podem ser ligeiramente maiores e apresentar vários pequenos folículos cheios de líquido em redor dos óvulos. Não são quistos de verdade, apesar do nome poder sugerir isso.

Não é necessário ter todas estas características para receber o diagnóstico. A maioria das pessoas é diagnosticada quando apresenta pelo menos duas.

Mas a SOP não está apenas ligada ao ciclo menstrual ou à fertilidade. Segundo a Dra. Joana Mesquita Guimarães:

“A SOP afeta mais do que apenas os ovários. Pode também ter impacto no metabolismo, na saúde mental e na pele.”

 

Comparação lado a lado de ovários normais e ovários com síndrome do ovário poliquístico (SOP), mostrando a ovulação e quistos


Caption: Esta ilustração compara o funcionamento normal dos ovários (à esquerda), em que ocorre ovulação, com a SOP (à direita), onde múltiplos folículos e a ausência de ovulação (anovulação) dificultam a geração de uma gravidez.

 

Quais são as causas da SOP?

A resposta curta é que não existe uma única causa. A SOP é multifatorial — resulta da combinação de predisposição genética e de vários fatores biológicos que interagem ao longo do tempo:

  • Histórico familiar: a SOP costuma aparecer em várias gerações da mesma família, o que sugere influência genética.
  • Resistência à insulina: é comum até mesmo em pessoas que não têm excesso de peso. O corpo produz insulina, mas não a utiliza de forma eficaz. Para compensar, produz ainda mais insulina, o que pode aumentar os níveis de androgénios e afetar a ovulação.
  • Inflamação: alguns estudos sugerem que a inflamação crónica, mesmo em níveis baixos, pode elevar o nível de androgénios.
  • Desregulação hormonal: os sinais hormonais entre o cérebro e os ovários ficam desregulados e as células da teca, nos ovários, produzem androgénios em excesso. Esta combinação contribui para a manutenção da condição.
  • Peso e estilo de vida: a SOP pode afetar pessoas com todos os tipos de corpo, mas o excesso de peso pode agravar os sintomas, ao aumentar a resistência à insulina e a produção de androgénios. Ainda assim, existem casos de SOP em pessoas magras.

Segundo a Dra. Joana Mesquita Guimarães:

 

“A resistência à insulina é uma das características-chave da SOP. Quando conseguimos geri-la, os sintomas melhoram e a fertilidade também.”

 

Sintomas da SOP

A SOP pode manifestar-se de formas diferentes em cada pessoa. Algumas apresentam apenas alguns sinais, enquanto outras sentem vários. Os sintomas também podem mudar ao longo do tempo.

Os sinais mais comuns são:

  • Menstruações irregulares ou ausência de menstruação – devido à ovulação irregular ou ausente.
  • Dificuldade em engravidar – consequência da ovulação irregular ou inexistente.
  • Crescimento excessivo de pelos – sobretudo no rosto, peito ou costas (chamado hirsutismo).
  • Pele oleosa ou acne – muitas vezes associadas a níveis elevados de androgénios.
  • Cabelo fraco ou queda de cabelo.
  • Aumento de peso – especialmente notório na zona abdominal.
  • Cansaço ou falta de energia.
  • Alterações de humor – como ansiedade, tristeza ou depressão.
  • Manchas de pele escuras – normalmente no pescoço, axilas ou debaixo dos seios.
  • Problemas de sono – como má qualidade do sono ou apneia do sono.

Plano próximo do rosto e pescoço de uma mulher com acne hormonal, um sintoma frequente da SOP.

Estes sintomas também podem estar presentes noutras condições, o que explica o motivo pelo qual a SOP é, por vezes, confundida ou diagnosticada mais tarde do que deveria.

 

Diagnóstico e exames para a SOP

Não existe um teste único para diagnosticar a SOP. O médico avalia os sintomas, o historial clínico e pede alguns exames para ter uma visão mais clara.

Os exames podem incluir:

  • Análises ao sangue – para verificar os níveis de androgénios e de outras hormonas como LH, FSH, estradiol e prolactina.
  • Exame de glicemia e insulina – para avaliar como o corpo processa a insulina e identificar sinais de resistência à insulina ou pré-diabetes.
  • Ecografia pélvica – para observar os ovários e detetar ovários poliquísticos.

É importante sublinhar que ter ovários com aspeto poliquístico numa ecografia não é suficiente para um diagnóstico, principalmente em adolescentes. Por isso, é sempre necessária uma avaliação completa.

 

Como é que a SOP afeta a fertilidade?

A síndrome do ovário poliquístico é uma das causas mais comuns para a dificuldade em engravidar. O principal motivo é a ovulação irregular ou ausente.

Se não há óvulo disponível, não pode haver fecundação. Para algumas mulheres, a ovulação acontece de forma imprevisível ou apenas algumas vezes por ano. Além disso, a SOP pode aumentar o risco de algumas complicações na gravidez, como abortos espontâneos, diabetes gestacional, ou tensão arterial elevada.

A boa notícia é que a maioria das pessoas com SOP consegue engravidar, de forma natural ou com o apoio de tratamentos adequados.

A SOP pode afetar a ovulação e a fertilidade de várias formas. Uma avaliação clínica pode ajudar a identificar o tratamento de fertilidade mais eficaz para si.

 

É possível engravidar com SOP?

Sim. Muitas mulheres com síndrome do ovário poliquístico conseguem ter gravidezes saudáveis. Pode demorar mais tempo ou exigir algum apoio médico, mas é perfeitamente possível.

As opções de tratamento são:

  • Monitorização da ovulação para identificar se e quando ocorre.
  • Gestão do peso e da resistência à insulina – algumas mudanças, por mais pequenas que sejam, podem ajudar a reativar a ovulação.
  • Medicação para induzir a ovulação, como o letrozol ou o citrato de clomifeno.
  • Tratamentos de fertilidade, como a FIV, caso outras opções não sejam suficientes.

Segundo a Dra. Joana Mesquita Guimarães:

 

“O nosso objetivo é identificar o que está a dificultar o processo de engravidar e criar um plano personalizado. Ter SOP não significa que não pode engravidar, significa apenas que pode precisar de algum apoio extra.”

 

Tratar a SOP e melhorar a fertilidade

Não existe um tratamento que funcione para todas as pessoas com síndrome do ovário poliquístico. O plano depende dos sintomas, dos níveis hormonais e de cada caso individual. Muitas vezes, a combinação de mudanças no estilo de vida com medicação adequada faz toda a diferença.

Mudanças no estilo de vida recomendadas:

  • Uma alimentação equilibrada e com baixo índice glicémico ajuda a regular a insulina e pode favorecer a perda de peso.
  • Fazer exercício regularmente melhora a forma como o corpo utiliza a insulina e pode tornar os ciclos menstruais mais regulares.
  • Perder peso, por pouco que seja (5–10% do peso corporal), pode ser suficiente para restaurar a ovulação.

A medicação que os médicos podem sugerir para equilibrar a ovulação e as hormonas:

  • Metformina – melhora a sensibilidade à insulina e pode reativar a ovulação.
  • Letrozol – é, muitas vezes, a primeira opção para induzir a ovulação.
  • Citrato de clomifeno – alternativa para estimular a ovulação.
  • Gonadotrofinas – hormonas injetáveis utilizadas quando os comprimidos não são suficientes.  Inositol – suplemento que pode ajudar a equilibrar insulina e hormonas.
  • Berberina – suplemento, de origem vegetal, em estudo pelos seus efeitos na resistência à insulina.

“Conjugamos as mudanças de estilo de vida com a medicação adequada para tratar os desequilíbrios hormonais da SOP, de forma a aumentar as hipóteses de gerar uma gravidez”, refere a Dra. Joana Mesquita Guimarães.

 

Ainda assim, é fundamental que estes medicamentos nunca sejam usados sem orientação médica, pois cada paciente reage de forma diferente. Só um especialista em fertilidade pode indicar o tratamento seguro e eficaz para cada caso.

Mulher jovem a alongar a perna ao ar livre, sorridente, com roupa de desporto e auscultadores.

 

Tratamentos de fertilidade para a SOP

Quando as mudanças de estilo de vida e a medicação não são suficientes, o passo seguinte pode ser recorrer a tratamentos de fertilidade. Estes tratamentos ajudam a ultrapassar as dificuldades apresentadas pela ovulação e aumentam as hipóteses de gerar uma gravidez.

Estas são algumas das opções mais comuns:

Inseminação intrauterina (IIU)

É um tratamento simples em que o sémen é colocado diretamente dentro do útero no momento da ovulação. Isto dá “um empurrão” aos espermatozoides, ajudando-os a chegar mais perto do óvulo. É muitas vezes utilizada quando a ovulação pode ser estimulada com medicação, mas a gravidez não teve sucesso.

Saiba mais sobre a IIU na nossa página de tratamentos. Pode ser feita com o sémen de um dador ou do parceiro.

Fertilização in vitro (FIV)

A FIV é um tratamento mais avançado. Primeiro, são administrados medicamentos para estimular os ovários a produzirem vários óvulos, que são, depois, recolhidos e fertilizados com os espermatozoides em laboratório.

Caso se formem embriões, um ou mais são transferidos para o útero, com o objetivo de gerar uma gravidez. A FIV pode ser especialmente útil quando os outros tratamentos falham ou se existirem outros fatores de infertilidade.

Saiba mais sobre a FIV na nossa página de tratamentos.

O seu médico irá aconselhá-la sobre o tratamento mais indicado para o seu corpo e para os seus objetivos.

Técnico de laboratório numa clínica de fertilidade a mostrar sinal positivo com a mão após procedimentos de FIV bem-sucedidos, incluindo transferência de embriões, fertilização, teste PGT e análise de espermatozoides.

 

SOP e a gravidez: quais os riscos?

Muitas mulheres com síndrome do ovário poliquístico conseguem ter gravidezes saudáveis. No entanto, existe uma probabilidade ligeiramente maior de algumas complicações. Estar informada permite preparar-se melhor e adotar medidas preventivas com a sua equipa médica.

Os riscos mais comuns associados à SOP na gravidez incluem:

Aborto espontâneo
Pessoas com SOP correm um risco ligeiramente aumentado, sobretudo se a ovulação e as hormonas não estiverem equilibradas no momento da conceção.

Diabetes gestacional
Surge durante a gravidez e está mais associada à SOP devido à forma como o corpo lida com a insulina. Normalmente desaparece após o parto, mas requer vigilância para proteger a mãe e o bebé.

Hipertensão e pré-eclâmpsia
A SOP pode aumentar a probabilidade de tensão arterial elevada e pré-eclâmpsia, que pode ser grave se não for diagnosticada a tempo.

Parto prematuro
Algumas mulheres podem entrar em trabalho de parto antes das 37 semanas. O acompanhamento regular ajuda a reduzir este risco.

Parto por cesariana
Um risco um pouco mais elevado, sobretudo se surgirem outras complicações durante a gravidez ou o parto.

A boa notícia é que, com um acompanhamento atempado, consultas regulares e um plano de cuidados personalizado, a maioria destes riscos pode ser bem controlada. O seu médico ou enfermeira parteira irão apoiá-la e proteger a sua saúde e a do bebé.

 

Saúde a longo prazo e SOP

A síndrome do ovário poliquístico não afeta apenas a fertilidade. É uma condição crónica que pode aumentar o risco de outros problemas de saúde ao longo da vida, mesmo após a gravidez ou a menopausa.

Alguns dos riscos a longo prazo associados à SOP incluem:

Diabetes tipo 2
Devido à resistência à insulina, há maior probabilidade de desenvolver diabetes ao longo do tempo.

Doenças cardiovasculares
Como a hipertensão ou níveis elevados de colesterol, que aumentam o risco de problemas cardíacos.

Cancro do endométrio
Quando a menstruação é muito irregular ou para por completo, o endométrio pode não ser renovado regularmente, o que, a longo prazo, aumenta o risco de cancro do endométrio.

Ansiedade e depressão
O impacto da SOP na autoestima, no humor e na fertilidade pode aumentar a vulnerabilidade a problemas emocionais.

Apneia do sono
Mais frequente em pessoas com SOP, sobretudo quando também têm excesso de peso.

Por todas estas razões, é essencial manter a SOP sob controlo ao longo da vida e não apenas quando se tenta engravidar. Ter consultas regulares, um estilo de vida saudável e um bom apoio emocional pode fazer uma grande diferença no seu bem-estar geral.

 

Perguntas frequentes

O que significa SOP?
A síndrome do ovário poliquístico é uma condição hormonal que afeta a ovulação, os níveis de hormonas e a forma como o corpo utiliza a energia (metabolismo).

Posso ter SOP e endometriose ao mesmo tempo?
Sim. São condições diferentes, mas podem coexistir.

A SOP tem cura?
Não existe cura definitiva, mas os sintomas podem ser controlados. Muitas mulheres conseguem engravidar com o tratamento adequado.

A SOP é genética?
Sim. Existe tendência familiar, por isso, o risco é maior se tiver familiares próximos com SOP. No entanto, é uma condição multifatorial, não depende apenas da genética, mas também da resistência à insulina e desequilíbrios hormonais.

Para que serve a metformina na SOP?
Ajuda o corpo a usar a insulina de forma mais eficaz, o que pode reduzir os níveis de androgénios e, em alguns casos, reativar a ovulação.

Como sei se tenho SOP?
Se tiver menstruações irregulares, acne, crescimento excessivo de pelos ou se o médico observar ovários poliquísticos numa ecografia, deve procurar realizar uma avaliação.

Posso engravidar naturalmente com SOP?
Sim. Muitas mulheres conseguem engravidar de forma natural, sobretudo se monitorizarem a ovulação e fizerem pequenas mudanças no estilo de vida.

A SOP é perigosa?
Não é uma condição que ponha a vida em risco imediato. No entanto, quando não é controlada, pode aumentar o risco de complicações de saúde a longo prazo.

A SOP causa aumento de peso?
Sim. Os desequilíbrios hormonais e a resistência à insulina podem facilitar o ganho de peso, notório principalmente na zona abdominal.

Qual é a diferença entre a síndrome dos ovários poliquísticos e doença dos ovários poliquísticos?
A doença dos ovários poliquísticos é um termo mais antigo, por vezes usado como sinónimo. Atualmente, o termo mais correto e reconhecido é SOP (síndrome dos ovários poliquísticos).

O que desencadeia a SOP?
A causa exata não é conhecida, mas a SOP está associada a uma combinação de fatores genéticos, resistência à insulina e desequilíbrios hormonais. O stress, a alimentação e o estilo de vida também podem influenciar a forma como os sintomas se manifestam.

A SOP pode desaparecer?
A SOP é uma condição crónica, mas muitos sintomas podem melhorar com tratamento e mudanças no estilo de vida. Algumas mulheres notam melhoria com a idade ou após a gravidez, mas o desequilíbrio hormonal de base costuma permanecer.

É possível desenvolver SOP mais tarde na vida?
Sim. Algumas mulheres só apresentam sintomas nos entre os 20 e os 40 anos, sobretudo se ganharem peso ou se houver alterações hormonais.

É possível ter SOP e ciclos menstruais regulares?
Sim. Nem todas as mulheres com SOP têm menstruações irregulares. É possível ter ciclos regulares e ainda assim apresentar outros sinais de SOP, como níveis elevados de androgénios ou ovários poliquísticos numa ecografia.

A SOP causa dor?
Normalmente, a SOP não provoca dor pélvica. Contudo, algumas mulheres relatam desconforto na ovulação ou quando os folículos são maiores. Se sentir dor frequente, deve investigar outras condições, como a endometriose.

A SOP pode causar queda de cabelo ou acne?
Sim. Os níveis elevados de androgénios podem levar à queda de cabelo e ao aparecimento de acne, sobretudo no rosto, peito ou costas.

Porque é difícil perder peso com SOP?
A resistência à insulina e os desequilíbrios hormonais tornam mais fácil ganhar peso e mais difícil perdê-lo, especialmente na zona abdominal.

A SOP pode causar abortos espontâneos?
Sim. Pode dificultar a gravidez devido à ovulação irregular, mas não significa infertilidade definitiva. Muitas mulheres engravidam com tratamento e apoio médico adequado.

A SOP é considerada uma deficiência?
Normalmente não, mas pode ter impacto significativo na qualidade de vida. Em alguns casos, dependendo da gravidade dos sintomas, pode dar acesso a apoios específicos.

A SOP aumenta o risco de cancro?
Sim. A SOP é considerada uma condição crónica (de longo prazo) que exige acompanhamento contínuo para prevenir complicações.

A SOP pode causar cansaço ou fadiga?
Sim. O cansaço pode estar associado às alterações hormonais, à resistência à insulina, a problemas de sono ou a alterações de humor.

Como se diagnostica a SOP?
Na maioria dos casos, utiliza-se os Critérios de Roterdão: avalia-se a presença de menstruações irregulares, sinais de excesso de androgénios e ovários poliquísticos visíveis numa ecografia. O médico pode ainda solicitar análises ao sangue e encaminhar para um especialista.

Considerações finais

A SOP pode ser uma condição frustrante e emocionalmente desgastante, sobretudo quando se tenta engravidar. No entanto, com a orientação adequada, apoio e um plano de tratamento personalizado, a maioria das mulheres com SOP consegue ter uma gravidez saudável.

 

“Na Procriar, aliamos o conhecimento médico, tratamentos baseados na ciência com uma abordagem humana para apoiar cada paciente na saúde da sua fertilidade.”, refere a Dra. Joana Mesquita Guimarães.

 

Se suspeita que pode ter SOP ou se tem dificuldade em engravidar, entre em contacto com a Procriar e agende uma consulta com a nossa equipa de especialistas. Estamos aqui para ajudar a encontrar respostas, confiança e tranquilidade no seu processo para uma fertilidade saudável.